quinta-feira, 14 de maio de 2009

Gu pra você

Sorry


Não é querendo imitar o Cl, mas já fazendo isso, eu não irei postar essa semana... minha mãe se encontra hospitalizada e eu não tive tempo para racionalizar (coisa que eu odeio fazer) e nem elaborar um post razoavel então deixo minhas humildes desculpas e espero que as pessoas que leem meus posts entendam.

Um abraço e até a proxima!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Eppur si muove: Sobre como as pessoas se tornam algo importante em nossas vidas

Estava pensando estes dias em como conhecemos as pessoas e como elas podem ser mais do que simples conhecidos com um simples passar de tempo.
Primeiro as pessoas se conhecem por algum acidente, algo aleatório e imprevisto; ou melhor, incontrolável. Você não decide como vai ser a pessoa que vai conhecer na sua próxima saída à padaria da esquina.
Estando as pessoas envolvidas no “processo de conhecimento mútuo” disposta a conhecer outrem ambas se abrem e falam cada uma de si. Mas não de forma desordenada, há todo um ritual secreto que ninguém conhece mas que sempre funciona. Tenta-se não ofender a pessoa e fazê-la, ao mesmo tempo, se interessar em te conhecer mais e mais. Algumas coisas podem ser omitidas nessa etapa, outras aumentadas – tudo ao bel prazer de seu ego.
E as pessoas vão se interessando pela conversa. E então tenta-se achar pontes, que são assuntos ou características em comum; das quais, se bem exploradas, podem surgir grandes amizades...
Depois de passado a etapa da cordialidade e da busca pelo comum, ou mesmo que não se tenha passado por completo, mas apenas superficialmente, marcam-se algumas diferenças – pontos que servem para cada um se auto-afirmar ou “bajular” o outro.
Pensando bem, parece que as pessoas só lidam com as outras para se afirmarem. Talvez seja algo relacionado ao homem ser um “animal social”, e que talvez só se perceba humano porque tem contato com outros humanos. É, faz sentido. É por isso que Bakunin considera que a liberdade de alguém só encontra sentido e solidez perante a liberdade de outrem. Os homens se afirmam em meio social!
Bom, acho que é mais ou menos isso o que acontece. Deixo claro que não fiz nenhuma pesquisa e nem refleti muito tempo sobre o tema, só mesmo percebi o que se passava diante dos meus olhos e tentei dissecar um pouco. Tenho certeza de que não é assim sempre que se conhecem as pessoas, mas é um modelo aproximado e corriqueiro.
E paro por aqui por que acho que todos sabem o que acontece quando se tem assunto – diferenças ou semelhanças, enfim, pontos de partida. E que não necessariamente ter maior número de diferenças que de semelhanças configure uma amizade fraca ou inimizade, assim como nem sempre ter mais semelhanças signifique uma amizade verdadeira e duradoura.
Bom, é isso!

domingo, 10 de maio de 2009

Enroladinho de camelo

Mãe

Como é dia das Mães, resolvi prestar uma homenagem a minha. E ela jamais saberá disso.

Não tenho muito a dizer, mas sexta quando fiz uma pequena cirurgia, ela segurou minha mão. Quando eu gritei de dor, ela soltou minha mão e eu fiquei meio chateada... Quando olhei pro lado ela estava quase desmaiando e não entendi nada.

Depois, quando terminou, ela ficou deitada na sala do meu pai por um tempinho e perguntei o que havia acontecido. A resposta foi objetiva: "NÃO AGÜENTO VER VOCÊ GRITANDO DE DOR SEM PODER FAZER NADA, TINHA QUE SER EM MIM."

Mãe é mãe, né?


É tudo o que eu tenho a dizer.

Feliz dia das mães! =)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Enroladinho de camelo

O mundo de outro alguém.



Outrora estava numa loja gastando dinheiro em filmes que eu já vi e só verei uma vez mais, mas compro pelo prazer de observá-los silenciosos na prateleira. Pelo jeito como eu os organizo com tanto carinho, por encostar em um por um, sentindo a espessura de sua cama, as letras estilizadas que formam seus títulos, as diversas cores encontradas em cada caixinha. Engraçado que quem olha, provavelmente dirá que é legal, julgará os filmes e não percebem a forma de cada um deles. São todos lindos. Lindos! E 50% da mágica existente não está no dvd dentro da capa. Está no que foi descrito acima. Eu descobri dentro de cada história de cada filme um mundo incrível, horrível, denso, feliz ou triste. Vários mundos distintos. O conjunto desses forma o mundo meu. A mensagem que cada um transmite e a caixa do dvd, coloridas e escritas. E eu duvido que muitas pessoas dêem alguma coisa por este mundo.

Nesse dia, passando suavemente os dedos nos dvds da loja, empolgada, não pelo fato de pensar em comprá-los, mas, em senti-los, uma senhora veio falar comigo. No começo, eu penso algo próximo a: "Tô vendo os dvds aqui de boa e tem gente me enchendo... Não quero debater filme nenhum, só quero olhá-los. Por que não me deixam em paz?" e respondi friamente. O surpreendente é que continuamos, eu e a senhora, olhando e escolhendo filmes, lendo sinópses, passando os dedos, futucando os que estavam jogados... Movimentos semelhantes de pessoas que nunca se cruzaram antes. Confesso que isso me causou uma simpatia. E, envergonhada da frieza anterior puxei um dvd da preteleira e perguntei: "Lua de papel é bom?", então começamos a conversar. Sobre filmes, sobre a freqüência com a qual entrávamos naquela loja e decidimos, juntas, três filmes a levar.

Mesmo que por meia hora, definitivamente conheci um mundo. E ao olhá-lo pela face, não dava nada por ele. O que agonia agora é que é interessante!

Talvez devêssemos aplicar isso em nossas vidas. Procurar conversar, ignorar o espaço particular, quebrar barreiras, fazer isso com desconhecidos. Os mundos podem ser incríveis. Com certeza valem a pena.

Só que somos burros, preconceituosos e juízes de tudo, exceto do próprio nariz.



Há tantos planetas no sistema solar, quiçá no universo. Mas esses, por enquanto, não temos a oportunidade de desvendar. Para nossa sorte, há universos particulares em cada pessoas que conhecemos, deixamos de conhecer, conversamos ou cruzamos durante o caminho do viver. Por que não provar novos sabores?

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Gu pra você

Que venham as esferas do Dragão

Nos últimos dias tenho pensado muito na ignorância das pessoas sobre determinados assuntos sobre pessoas que se dizem adultas, mas que discriminam veemente a diversão de crianças ou adolescentes, na televisão ou em qualquer outro meio de entretenimento, acho que de alguma forma esquecemos o que vimos quando éramos menores ou hipoteticamente falando o que passa hoje já não é interessante com que passava antes ou apenas perderam o interesse naquilo que muito divertiu sua infância. Vou dizer que não vou entrar no mérito de brincadeiras de rua, pois apesar do crescimento absurdo que vem acontecendo das crianças e adolescentes presas em casa, em um movimento oriundo da tecnologia que cresce, devo dizer que nada aos extremos é bom, portanto ter Internet é legal, mas jogar gude também é. Mas para deixar claro não vou entrar nesse mérito aqui.

É muito engraçado como todo um modus operantis da tecnologia que visa o entretenimento evoluiu... é serio pense bem, quando é que um chip desenvolvido para uso domestico em consoles seria usada para fins militares... hoje o chip Cell (fica aqui subentendido o guerreiro que lutou contra Goku e que possuia os poderes dos maiores guerreiros do universo) o processador Cell tem um núcleo com doze processadores, sendo que a compra para seres mortais com dinheiro o maior processador que irão encontrar a vista é um de quatro núcleos desenvolvido pela Intel, que é usado em computadores de alta performance, mas como não sei o que a NASA usa me ateei a esses fatos.

Ouvi de um técnico de informática uma vez que chegamos há um limite de processamento, não significa que não podemos aumentar a capacidade, mas que o torna inútil diante das peças que não acompanhe a velocidade de desenvolvimento que possui um processador, diferente por exemplo de um Play 3, onde o processador e as peças são harmonicamente encaixadas para elevar ao máximo possível a capacidade do aparelho, mas bem não é só isso os programas usados para a produção de conteúdo para esses consoles ou computadores devem acompanhar essa evolução também.

É muito interessante as pessoas acharem que video-game ainda se resume a usar um encanador comedor de cogumelos para salvar uma princesa. Há muito mais que isso, Metal Gear, Resident Evil, Onimusha, Silent Hill (o mesmo rendeu um ótimo filme diferente de Resident evil). Jogos que falam da facilidade humana de se render há uma versão deturpada da tecnologia, como o desenvolvimento de vírus e até mesmo a nano tecnologia algo muito presente hoje em dia quando se fala em pesquisa cientifica, fala também de amizade e traição de amor por alguém e por um ideal (algo há muito tempo morto pela forma de vida humana hoje regente no mundo).

Outra coisa que me tira sono é a capacidade que as pessoas tem de subestimar desenhos animados ou anime ou como diabos você quiser nomear é sério, não é mais He-man o Thundercats que passam (capitão planeta brocava) desenhos evoluem assim como tudo em nossa vida evolui. Tipo Full Metal Alchemist, Death Note são o top da inteligência e perspicácia de historia e desenho que falam sobre o degradante caminho que tomou o sentimento humano e a luta incessante para a restauração de como eles eram, dentre tantos outros desenhos que me fogem a cabeça. Mas não só, The spectacular Spider man, fala sobre a dificuldades de ter um grande poder em mãos e a capacidade que todo ser humano tem de cometer erros, mas devo realmente comentar sobre o mais infantil e mais comercializado, ao menos aqui no Brasil, Naruto, Ué o que é que tem demais em um cara tentando ser um ninja... e o que se encontra mais do que algo infantil nisso... sabe de uma eu ia discursar sobre mas porque ao invés de me dar ao trabalho apenas não cito uma frase do próprio protagonista.

“Naruto: Eu amo, amo meus companheiros , o Iruka sensei, o Kakashi sensei e o Ero-senin, amo tanto que chega a doer.”

“Jiraya: O que mais de você naruto é parecido comigo é sua determinação é sua vontade de nunca querer desistir.”

Porque não mostrarmos ao nossos filhos aquilo que é realmente importante ao invés de procurar algo perfeito num sistema imperfeito, porque não mudarmos nosso olhar sobre aquilo que não conhecemos?

Sei que os filmes são denominados como a sétima arte, mas porque menosprezarmos a ideia de que um seriado, um jogo ou até mesmo um anime pode trazer experiências mais proveitosa do que um livro sobre advocacia ou psicologia. Livros são importantes sim! Mas vê a experiência do outro seus erros e acertos faz com que a experiência seja mais memorável e vivaz em meu pensamento.

Então vou confessar algo de verdade, eu quero muito ser como Naruto.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Eppur si muove: O erro

Bom, como tenho que escrever algo, vou escrever sobre algo tão comum em mim, como viram no meu último post. Escreverei sobre o ERRO.
Não quero explicar o erro e dizer o que leva as pessoas a errarem. E nem quero chegar a uma lei universal sobre o erro e nem tampouco analisar uma situação e pronto.
O que quero é inverter a ordem do “Errar é humano” e dizer que “Humano é errar”, mas posso estar errado nisso.
Mas porque escrever sobre isso?! Primeiramente porque eu, assim como vocês, erro; mas isso em si não me faz pensar sobre o erro e tentar elevá-lo a condição que elevarei. O que teve esse papel foi mesmo as discussões que tive, principalmente nas aulas de Antropologia; onde vi que o ser humano se constrói através dos erros.
Mas fugindo da idéia supérflua de que “é errando que se aprende”, o processo de errar é muito maior que um processo de aprendizado. É maior porque está errado, não se tira nada do erro além de que está errado. Se algo está estragado e você vai consertar, mas não consegue e erra, você não aprende senão que aquilo que você fez foi “inútil”, mas pode analisar melhor por que caminhos seguir e tentar buscar os porquês da questão. Mas não é este o meu enfoque.
O que acredito que diferencia o ser humano dos outros animais é o erro. O ser humano é o único que erra, e a partir do erro consegue errar de novo! Diz-se muito que seria a comunicação que diferencia o ser humano dos demais, mas acredito que o cachorro não lata a toa, e sabe-se bem que os animais mantêm um contato entre si(dentro de uma mesma espécie) que por vezes é até mais complexo que o nosso. A linguagem escrita tampouco acredito ser um diferencial tão relevante, mas acredito que ela se constrói muito mais a partir do erro de interpretação de outros sinais humanos.

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Bom, o texto está incompleto e eu realmente não sei como terminá-lo! Tentarei fazer aglo mais conciso nesta linha posteriormente, mas por enquanto fico nisso.
E errei! Na semana passada não postei aqui, um erro grave, não só com quem lê e faz o blogue, mas comigo mesmo que não tive compromisso com minhas palavras e então peço desculpas a todos!

domingo, 3 de maio de 2009

Enroladinho de camelo

Tudo cansa.


As coisas cansam. Simplesmente cansam.Se você usa um sapato demais, você enjoa dele. Se ouve uma música excessivamente, ela deixa de te agradar por um bom tempo. Se repetir uma rotina durante dois anos, ela te deixa agoniado, você precisa mudá-la.Vivemos nossas vidas jogando tudo pra fora e procurando objetos novos, sentires novos, pessoas novas. E quando encontramos é divino, mas há de cansar. Tudo sempre cansa.
O momento do cansaço infernal retorna a seus postos e voltamos a reclamar freneticamente, a procurar incansavelmente. É um ciclo sem fim.
Será que há de haver um dia em que cansaremos de buscar por coisas novas e nos admitirmos felizes com a rotina? É hipocrisia dizer que não é feliz dessa forma. Você enjoa, mas leva momentos maravilhosos.
O problema é que ninguém nunca está plenamente satisfeito. Temos que buscar mais e eu pergunto: pra quê? Por quê?
Êta bicho esquisito... esse tal de bicho-homem.